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Reflexão IX

21/06/11





Ainda Pontevedra!

É verdade. O Campeonato Europeu A-G domina a minha mente, esta semana. Normal? Acho que sim. Acredito que domine as cabeças de todos aqueles lusos que irão participar, uns por umas razões, outros por outras, mas o domínio é total. Tudo o resto faz parte dos processos automatizados que a nossa vida adquiriu. O caso não é para menos, o evento é de facto importante e de forte significado. Imperdível, diria. 
Mas, esta reflexão não tem por objetivo absorver essas emoções, mas sim dar nota de uma observação que salta à vista quando percorremos as várias listagens de atletas inscritos e respetivos países. E o que isso tem de especial é que é notável a presença de ...britânicos. Simplesmente impressionante!! Então, no que se refere aos escalões femininos é qualquer coisa. Avanço mesmo com  a informação de que escalões etários há em que só participam britânicas, mas várias, não apenas meia dúzia. E quanto mais avançamos na idade, mais evidente é a presença quase única, muitas vezes única, das britânicas. Felizmente, Portugal aparece no escalão 35-39, do género, com duas triatletas. No meu escalão e ainda naquele género, por exemplo, são "só" 15 britânicas e uma...irlandesa!! É ou não é impressionante?
Claro que não seremos só nós que andamos a léguas de distância desta esmagadora participação de triatletas anglo-saxónicos. Mas, razões de cultura (mentalidade e hábitos de vida, essencialmente) e educação (hábitos desportivos, essencialmente)  justificarão esta diferença tão gritante, pelo menos no que a nós portugueses diz respeito. Outro aspeto igualmente me surpreendeu; a quase ausência de escandinavos, principalmente de suecos/as. Eles que são um exemplo de participação e envolvimento nas práticas desportivas. Uma justificação, aparente; serão mmais dados ao lazer que à competição. Depois, o triatlo talvez seja uma modalidade muito exigente de praticar num clima como o seu. Não sei. 
Noto também uma relação convergente entre o entusiasmo das gentes no apoio que prestam nas provas  intra-muros e a participação lusa. Quanto mais gente houver a fazer da prática salutar desportiva um hábito saudável de vida, mais reconhecido/a e aplaudido/a será o empenho e dedicação dos seus intervenientes.
Enfim.


Nota: esta reflexão teve por base as listagens dos atletas na distância olímpica.


Companheiros, até breve. Abraços triatléticos.

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