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Triatlo Longo de S. Jacinto: Números!

27/05/12



Hoje só há mesmo energia para deixar uns números, tal o empeno.
Amanhã ou depois ou quando for, farei a crónica deste evento, o meu primeiro triatlo longo! Até porque há várias incidências interessantes, curiosidades e pequenas estórias para contar.

Boa noite e abraços triatléticos, companheiros.

Classificação Geral: 126º em 214 participantes que concluíram
Classificação por escalão - Veterano 3 (50-54 anos): 4º classificado em 8 participantes ( a 40' e a cerca de 8' do 1º e do 3º classificados, respectivamente).


Voltas3

Dividir
Tempo
Distância
Ritmo médio
Resumo5:04:19.00.00--:--
137:34.90.000
22:47:04.20.000
31:39:39.9

Resumo
Distância:0.00 km
Tempo:5:04:19
Ritmo médio:--:-- min/km
Ganho de elevação:2,164 m
Calorias:3,336 C


Detalhes
Elevação
Ganho de elevação:2,164 m
Perda de elevação:2,266 m
Elevação mín.:-500 m
Elevação máx.:0 m
Ritmo Cardíaco
RC méd.:146 bpm
RC máx.:169 bpm
Training Effect  :5.0


Campeonato Nacional Individual de Triatlo Longo (S. Jacinto): Previsão do Tempo e Start List!

25/05/12



Estará tudo a postos para a edição 2012 do Campeonato Nacional Individual na distância longa. O tempo e a previsão para o domingo de manhã aponta para um dia encoberto, possibilidade de chuviscos logo à hora da saída para a água. Até aqui tudo bem. A temperatura baixita, mas com o elevar do sol, tudo aponta para temperaturas próximo do ideal para um dia longo de triatlo. Vento parece que não irá afectar muito o curso de ciclismo.
Segundo a start list divulgada pela federação portuguesa da modalidade, 235 parecem ser os participantes a título individual, sendo que desses, 10 serão V3. E muitos vizinhos espanhois. Muito bom. 


Para todos, votos de boa prova e muita diversão.


Contagem Decrescente!

24/05/12



ftp_aveiro_mai_12.jpg

Não era bem assim que eu queria, mas também pode ser. Isto é, teria dado jeito iniciar a época com um triatlo sprint, ao menos, ao invés de um longo e logo na estreia. A hipótese de Montemor-o-Velho andou na cogitação, mas dada a proximidade entre provas e acima de tudo do "massacre" sofrido nos gémeos após a meia de Cortegaça, não era nada indicado. Portanto, vamos para a frente "todo despenteado".
Em causa estão várias coisas: o primeiro longo, que passou a ser o grande objectivo pessoal em termos de triatlo, e Vitória-Gasteiz, em Julho. Determinei para mim mesmo que só avançaria para Julho, dado os custos, essencialmente, com aquele evento, se um longo fosse algo ao alcance dos tais "géniozinhos". Logo após a prova tratarei do "sim ou sopas". E se sim, também fará parte do plano o longo da Madeira, em pleno mês de Junho. 
As sensações têm sido positivas, a despeito de ter tido uma grande de decepção com a natação, mesmo sabendo de antemão o quão "prego" sou nesta área. Mas, ainda pensei em me safar num ou noutro dos testes anunciados numa conhecida revista mensal da praça desportiva escrita, onde propõem 5 ou 6 testes simples de realização fácil na piscina, para se ter uma ideia do nível do nado. Os resultados foram frustrantes e as prestações também andam estranhas. Acho que anda aqui meia confusão na carola, mas...S. Jacinto é para valer. A prego ou a cavilha, é para valer. Claro que gostaria de ter mais um ano em cima de preparação na corrida a pé...isso já era pedir muito. Quanto mais temos, mais desejamos. Em resumo, sinto-me preparado. Penso mesmo que terei atingido a plataforma do 2º nível da minha forma (de 1 a 3). Os dados assim parecem indicar. Mas, domingo se confirmará.
Os meus objectivos na distância, confesso, é perfazer o 70.3 em 5 horas. As contas estão feitas e conjugando factores positivos é-me acessível. Não sei se será logo "a abrir". Se não for, também não importará. Continuarei a perseguir aquele tempo. O melhor mesmo é antes fazer a distância.
Esta semana tem sido tempo igualmente para adequar o organismo à hora a que irei acordar no domingo. Isto é, às 4h30' ou 5h da matina. Não tem sido fácil, acima de tudo porque continuo a deitar-me à meia-noite. Mas, dada a excitação que se me apodera antes das provas (em Pontevedra dormi apenas 2 hras antes da prova e mal), tenho sérias dúvidas de que sábado à noite toda esta tentativa de mudar ritmos circadianos resulte e tudo isso possa ir por água abaixo. Por outro lado e em resultado de viajar no próprio dia, quer dizer que vou ter de ligar a alguém conhecido para me dar conta do falado no previsto briefing de sábado.

Até lá, bom descanso ou bons treinos, conforme o caso. Abraços triatléticos, companheiros.
   


Tempo de Exames!

16/05/12



treadmill test
Ainda antes da federação exigir uma avaliação médica com prova de esforço inclusa, já eu me relacionava com o protocolo de bruce no sentido de aferir do estado funcional, mas igualmente estrutural, através do ecocardiograma, para além dos outros exames habituais (raio x e análises clínicas).
A boa notícia é que estarei em muito bom estado funcional, exactamente de acordo com as sensações que vinha sentindo. Não obstante, desta feita não fui além de 19' na passadeira, ao contrário dos 21' já alcançados. Segundo a tabela que avalia o nível de aptidão física da American Heart Association, o resultado de V02 max obtido é excelente, para a minha idade. 
A notícia "menos", se assim se pode dizer, é que se registam pequeninas alterações na aorta (pequena dilatação comparada), facto desvalorizado pelo médico de família, mas não tanto pelo cardiologista e sendo este um "ás de trunfo" há que lhe dar ouvidos. "Tem carregado bem", disse-me. É verdade que sim. Sei exactamente o que tenho de fazer para procurar corrigir essa situação. Porém, carece de uma segunda opinião e também de alguma pesquisa.
Em conclusão, acho que a federação foi bastante previdente ao avançar para a exigência da aplicação do protocolo de bruce, mas também penso que se deve associar o outro exame, mais de caracter estrutural, precisamente das estruturas cardíacas centrais. Porque um aspecto é a função, outro são os alicerces.

S. Jacinto é já ali. Abraços triatléticos, companheiros.


Meia Maratona de Cortegaça, 2012

13/05/12




Há muito que não participava numa meia maratona (esta foi a terceira), mas a esta distância do 70.3 de S.Jacinto e após um longo jejum de eventos de corrida, estava na hora de testar tudo: as pernas, a máquina, a cabeça, o espírito de sacrifício, o empenho, a velocidade, etc. E estava na hora de voltar a vestir as cores do CLUVE (Coimbra) num evento destes. Como sempre tenho afirmado, o inverno é um período muito difícil para mim, dada a doença crónica que se me alapou, e como tal é preciso muito paciência para ir vencendo estas dificuldades resultantes da paixão pela prática competitiva desportiva. Adoro competir. 
A temperatura à hora de partida estava "au point"; encoberto, alguma humidade (zona de praia) e temperatura que permitia andar dum lado para o outro com manga à cava. O ambiente fantástico, estilo popular, e muitas caras das várias famílias da tribo: Veteranos do Porto, Académica de S. Mamede, Porto Runners...E dentro destas, algumas próximas. Foi muito gratificante reencontrar Rui Pena, Mark Velhote, Hugo Gomes, o Lopes...novamente o José Carvalho, o Henrique, que não perde uma. E conhecer uma das caras "habitués" do CLUVE das meias maratonas. Sabe muito bem ter alguém da nossa côr por perto.
Voltando à "estrada", fiquei muito agradavelmente surpreendido com esta meia; com o percurso e com a forma simples mas eficaz como está organizada. E ao contrário do que esperava, dado que a organização falava no percurso em estrada florestal, todo o curso foi realizado em alcatrão. O meu problema é que estava de alerta amarelo (desta vez), porque sábado, correndo em plena areia da praia de Ofir, senti uma contractura que foi aliviando durante essa meia hora, mas...quando a minha massagista privada meteu as mãos na referida zona, ela lá estava. Portanto, não foi sem surpresa quando a partir do km 16/17 comecei a sentir mais os gémeos do que até aí. No final, o gelo recolhido num restaurante (com muito bom aspecto, diga-se) na zona da meta foi pão para a boca dos meus gémeos. Mas, o que realmente me tem feito maravilhas em pleno stress de corrida, são as meias de compressão. Não sei se me teria aguentado ontem e hoje sem esse simples mas eficaz apetrecho. Isto quer apenas dizer que não posso baixar a guarda e amanhã fisioterapia com ele. Sim, porque Vitória Gasteiz é mesmo o objectivo, e S. Jacinto daqui a 15 dias a estação intermédia. Por curiosidade, disputou-se o campeonato galego de triatlo longo precisamente hoje. Só  lamento não ter tido disponibilidade física para lá ter estado. Quem sabe se para o ano...
No quadro resumo que o meu novíssimo brinquedo proporciona (é de uma utilidade fantástica!), está tudo "espernicado". Só dizer que correu melhor do que esperava e que na próxima, espero que, após um acumulado de muitas mais semanas de treino, possa  melhorar o meu tempo na distância. Hoje foi excelente!

A finalizar, dizer que gostei muito da região de Cortegaça e não fosse a mulher estar a trabalhar (alguém tem de o fazer, eu sei) e teriam estado reunidas todas as condições para glosar da zona após uma corridinha de 21 kms e picos. É que aquele mar estava mesmo a piscar-me o olho.

Companheiros, abraços triatléticos e até S. Jacinto, se Deus quiser.



Summary
Distance:21.12 km
Time:1:37:04
Avg Pace:4:35 min/km
Elevation Gain:131 m
Calories:1,490 C



Nota de Esclarecimento (a propósito de comentários anónimos)!

10/05/12




Escrevo esta nota por respeito e consideração por todos aqueles que, até hoje, me deram o prazer da sua visita escrevendo e comentando sobre opiniões que aqui vou deixando, razão de ser deste género de espaços. Esta semana fui "condecorado" pela primeira vez com comentários anónimos jocosos e cuja linguagem me recuso seguir, por razões de educação, como é óbvio, e porque não tenho paciência para infantilidades do tipo, tudo isto porque opinei sobre a última edição do Luso Galaico, nomeadamente a respeito do balanço que fiz da organização daquele evento no que à variante Extreme diz respeito. Na verdade, parece-me evidente que alguém com responsabilidades na organização estará por detrás do (des)nível dos comentários, cobardes, porque anónimos, que foram produzidos neste espaço. 
Quando a inteligência falta na argumentação, o uso da estupidez toma lugar na primeira linha do pensamento, por isso não será de estranhar. Mas, haverá sempre alguém que do alto do seu pedestal, olhando-se em admiração para o seu próprio espelho, pensará que tudo aquilo que faz ou produz estará isento de correcção, muito menos de crítica, parecendo-lhe impossível fazer melhor. Apenas Deus, dirá para si próprio (é verdade, o anónimo terá de ser católico para se penitenciar amiúde pelos disparates que irá fazendo, senão não terá salvação e ficará para todo o sempre no limbo, senão no inferno, pensará). 
Eu até compreendo que nem todos poderão evoluir do mesmo modo e alguns terão ficado, durante o desenvolvimento do nosso cérebro pela cadeia evolucionista, ao longo dos milhares de anos, terão ficado, dizia na era reptiliana, onde o domínio e a posse territorial dominava o ser pensante daquele tempo. Parece-me ser o caso deste cidadão anónimo, que não consegue encaixar a nova era, a da comunicação. Temos pena. Mas, como me recuso fixar em coisas vazias de nada, estou como diz o outro: entra a 100 e sai...de mota!!

Conclusão; a partir da data de hoje passarei a filtrar os comentários aqui produzidos para que os tais cidadãos anónimos reptilianos possam evoluir...ou não!


Duatlo Polacos da Serra: Espectáculo!

06/05/12





Desde sexta-feira em alerta laranja, devido a alguns sintomas estranhos no complexo muscular da perna direita, fez-me recear o pior: ter de renunciar à primeiríssima prova da verdadeira época, mas acima de tudo suspeitar que teria de estagnar mais duas semanas e com isso ver S. Jacinto por um...canudo. Uma corrida ligeira na manhã de sábado, após crioterapia, acupunctura electromagnética, dos sintomas ficaram a falta de confiança. Mas, eis que o domingo de manhã dá muito bons sinais, confirmando aqueles de que a corridinha de sábado havia dado também. Havia o problema da confiança para resolver, mas no dia de hoje estava decidido: ou vai, ou racha. Não rachou, fui.

Adorei a prova. Difícil, especialmente aquela passagem tripla no btt por uma empena de se lhe tirar o chapéu. Muita gente empenou aí. Mas, já lá irei. 
S.Pedro anda mesmo zangado com a gente. Ao contrário da previsão, de manhã solarenga e uns grauzitos acima da tendência, mesmo à hora da partida cai aquela chuva filha da mãe que nos enregela o corpo. A temperatura também não estava famosa e a solução de ter usado a camisola térmica interior por baixo do fato-de-macaco foi uma boa ideia. Antes, a alegria de rever algumas das caras conhecidas com quem se partilha momentos de cumplicidade. Veteranos do Porto à cabeça. 
Os segmentos de corrida, apesar da confiança tremida, fizeram-me lembrar o amigo Rita dos algarves: realmente, nunca imaginei que pudesse estar tão desenvolto após apenas duas semanas de treinos a penantes. No final, revi e voltar a rever as contas e, espanto meu! abaixo dos 4'/km, no total? De facto, acabei cansado, mas...alcançar o meu grande objectivo pessoal no atletismo na primeira prova com corrida a pé inclusa... Acho que as distâncias anunciadas (4,4kms+2,2kms) não estarão correctas. Ainda irei rever as contas. O segmento de BTT não foi fácil e, se comparado com outros, tem aquela subida de aproximação final ao quartel que solta os bofes a muito boa gente e acrescenta uma dificuldade extra à prova. Não foi um segmento específico de todo-o-terreno, porque teve várias incursões pelo alcatrão. "Aldrabou-se" um bocado, mas é um percurso levado da breca. Aliás, durante o trajecto voltei a equacionar a aquisição de uma bicla de cross que serviria plenamente em segmentos assim e também no circuito específico. Está na prateleira, a ideia. No final, a média de 21,28 ou 20 kms/hra, já que o meu "contaquilómetros" acusou menos 1 (km) e qualquer coisa ao anunciado.

A organização esteve impecável. Do melhor! Até o banho, de água fria, me fez sentir que estava num ambiente militar. Sim, porque isto era para homens (e algumas senhoras, corajosas). Para além do mais, há muito que não recebia tantos e tão bons brindes no final de um evento. Nada como ter uma caserna de suporte! 
Num fim de semana onde acabei por ter de falhar um grande evento de triatlo - Triatlo Longo de Lisboa, que me foge todos os anos, Vila Nova de Gaia acabou por ser uma excelente surpresa, a todos os níveis. 

Companheiros, abraços triatléticos e até breve. Boa semana de treinos!






Para Entrada, Duatlo Polacos da Serra!

03/05/12





Próximo fim de semana marca a minha estreia no presente ano desportivo nos campeonatos organizados pela federação na qual estou licenciado. Um destes dias teria de acontecer. Trata-se do duatlo "Polacos da Serra", assim designado, em Vila Nova de Gaia. As distâncias são acessíveis e o percurso de btt é o ideal para meu gáudio pessoal. Espero que assim seja para todos os outros concorrentes. O que ainda não me está acessível é correr livre, sem constrangimentos. Bom, não me refiro a limitações físicas, mas sim fisiológicas. Uma semana e meia de treinos a correr têm-me valido essa sensação magnifica de liberdade e se não fosse apenas por isso, já teria razões para me sentir imensamente grato. Logo, a motivação está no pico. Após vários períodos em baixo, volta essa sensação estupenda. 
No mesmo sentido, também irá ser gratificante voltar a privar com várias das caras conhecidas da modalidade. É a mais valia destas coisas.
O que eu espero: diversão! Vai-me saber a pouco, mas as saudades de participar nestes eventos multidesportivos faz-me preterir a prova de estrada Póvoa/Srª da Graça. Uma delas teria de ficar para trás. E está na altura de meter a corrida nos meus planos, especialmente porque há um objectivo superior a perseguir.
Olhando para a previsão do tempo, S. Pedro irá dar-nos tréguas e no domingo até parece que vai estar muito bom, atendendo ao que se tem verificado. 
Então, até domingo e bons treinos, companheiros. 


Tempo de Decisão!

01/05/12




É hora de decisão, naturalmente. Ou sim, ou sopas. Os meus gémeos parecem ter-me dado tréguas e eu aproveito-as para retornar à corrida a pé. Tive novamente de recorrer à ajuda prestimosa do fisioterapeuta Diogo Cardoso para ir ultrapassando os sintomas traumáticos que se sucediam, espero bem dizer, sucediam. E é deste momento, precisamente, por que tenho esperado para poder planear com tempo mínimo necessário, então, a minha participação nesse extraordinário evento que dá pelo nome de Campeonato do Mundo de Triatlo Longo, em Victória-Gasteiz. Urge tomar uma decisão e falta-me apenas experimentar um evento na distância que, embora ainda longe da real medida em que irá ser cumprida a prova em Espanha, servirá para aquilatar da minha real capacidade em a ultrapassar. Ou não...Na verdade, desde há dois anos que me sinto preparado para vencer os 1,9+90+21 kms, mas, por isto ou por aquilo, tal não foi possível de provar. E também sei que uma coisa é pensar que, outra, diferente é saber que. Espero estar em condições estruturais, especialmente, para no dia 27 de Maio fazer prova cabal do que penso desde há dois anos a esta parte. Nessa altura, então, tratarei de definitivamente regularizar a minha inscrição, no que ao meu caso diz respeito. As contas estão feitas: são cerca de um milhar de euros o que é preciso para poder participar neste evento de cariz mundial. Estadia, viagem ida e volta de avião (Bilbau), transfer, alimentação, transporte da bicicleta, e mais umas coisas, dá essa módica quantia. Não está fácil, agora que nos retiraram (estou a ser polido), os subsídios que nos são devidos, mas esta é uma oportunidade única que não gostaria de desperdiçar para representar Portugal e acalentar a ideia de que um ironman talvez me esteja ao alcance. Sim, porque depois de completar uma prova com estas distâncias, venha de lá essa "rainha de ferro". É preciso é não deixar enferrujar. Assim as pernas mo permitam, porque o resto...


Abraços triatléticos e até breve, companheiros.