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Resultados da sondagem " Como conciliar a crise com a competição".

17/07/10



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Não é possível retirar de uma sondagem com apenas sete votos, entre os quais o meu, conclusões que possam apresentar alguma grau de significância. A amostra, sendo demasiado pequena, permite apenas apontar para alguma especulação em função de eventual tendência. Os resultados ditaram o seguinte: 4 respostas afirmam que não há motivos para alterar os planos de participação em competições; 2 afirmam que há que reduzir as competições em que se irá participar no futuro; e para completar o quadro de respostas apuradas, 1 afirma que mais que reduzir, importa realizar uma selecção restrita do calendário competitivo.  
Eu tenho a ideia que a conjuntura económica irá determinar de modo significativo a participação das gentes nas provas de triatlo mas não só. Porquê? Bom, porque as medidas agora apontadas para solucionar a má gestão, no mínimo, de todos aqueles a quem temos confiado (desde à muito) os nossos destinos, só irão fazer-se sentir na realidade depois das férias, quando a realidade é mais real, isto é, a partir do momento em que se acabam os suplementos, depois da evasão mental que as férias e o bom tempo felizmente provocam nas gentes, mas também porque já se pre-anunciam mais medidas de combate à crise e mais aperto num cinto que mais parece um assador de castanhas, o que nos leva a desconfiar no discurso e nas decisões políticas, mas acima de tudo na capacidade dos que nos apontam o caminho, ou será a encruzilhada, beco, buraco, sei lá...?
Porém, admito que todos aqueles cuja participação esteja coberta pelo associativismo tenham a a vida mais facilitada, embora também pense que os clubes irão igualmente sentir as suas próprias dificuldades, como conseguir os patrocínios necessários para custear as deslocações, inscrições, alguma manutenção técnica e desportiva, etc.
Bom, mas quero deixar bem claro uma ideia: uma coisa é aquilo que eu penso e será aqui que o meu pessimismo entra; outra, totalmente diferente, é o que eu gostaria que acontecesse, e oxalá que a maioria de todos nós possamos prosseguir a prática e respectiva participação no calendário nacional de triatlo de acordo com as melhores expectativas. Esta a minha esperança.  Para já, há um facto indesmentível: cada vez mais são os aderentes e este ano é mais um em que a tendência de crescimento de praticantes e participantes se tem verificado, desde que a Vanessa Fernandes, especialmente, deu maior visibilidade à modalidade, digo eu. 

Vão-se divertindo, ok?

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