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Caminho Franc^s de Santiago: Dia V.

27/07/11



Pequeno almoço em Sahagun, depois de deixarmos Corrrión de Los Condes, ainda em fiesta. Pelo cmnho, seriam quê? 8h e 30' da manha?, ainda a tempo de apanharmos numa povoaçao um fiesta à espanhla. Imensa gent na rua comemorando a vida. A caminho de Sahagun, cruzamo-nos com uma família francesa: ele triatleta, mas ela e o su rebento. Espetáculo!
na localidade da reposiçao de energias, conhecmos o Osvaldo Oliveira, que ficou de imediato conhecido pelo Óó, endo vindo acompanhado por um amigo que a páginas tantas nao suportou a fadiga e foi para casa mais cedo. Longa paragem, longa conversa e eu sempre a enfardar; dois pequenos almoós enquanto eles partíam cascalho.  Conversa tmabém com outros espanhois que íam em pregrinaçao pelos caminhos. O Osvaldo, apesar de peregrino, tinha outros traçados, todos em estrada. Seguimos juntos até Léon. Pelo caminho du para irmos conversando  apercebedo-me eu que este homem tinha muitos mas muitos quilómetros nas pernas. Sao muitos picos por essa europa fora que ele já fez, em gstao com a mulher, como convém.
Paramos em Mansilla de Las Mulas, a conselho do Óó. Lá, conhecemos um casal de holandeses que também fazem o caminho d bici, estrada, e por etapas. Este ano parem de Pamplona e procuram chegar a Santiago. Conhecemos também o Carlos, espanhol da zona de Burgos, que depois das férias esticado ao sol, percorre estes caminhos, fora de estrada.
Chegados a Léon, vamos instalarmo-nos no albergue municipal. Muito bom, boas condiçoes, pouco dadoa camaratas. O Carlos fica connosco. Após uma corridinha de 45' pela cidade, também marcada pela história, jantamos todos juntos, num lugar já conhecido pelo Óó. Boa disposiçao, claro, bom jantar, se calhar o melhor até ao momento. E enquantos amigos vao dar uma volta, eu procuroatualizar as novas. Nao tem sido fácil.
Amanha é altura de resolver o problema da bici do pajó.
Hoje, total pedalado 119 kms, em 5h28'

Um abraço e até breve.


Nota: estou com um problema relativamente às fotos. Vao ter de esperar por depois.

1 comentário:

david caldeirao disse...

é bom ver que ainda estás "vivo" ai pelos caminhos de Santiago...
essa aventura já dá para fazer um livro!!!
forte abraço,